domingo, 23 de abril de 2017

Lula e suas previsões

"Com você aqui na...
O meu negócio é futebol, o seu negócio é política, é a primeira vez que
eu falo com você lado a lado.
Mas me diga uma coisa, uma curiosidade que eu tenho: Lula, Luis Inácio
Lula da Silva, você tem pena de Fernando Afonso Collor de Mello?

Resposta de Lula: Tenho, eu... não é que eu tenho pena, como ser humano,
eu acho que uma pessoa que teve a oportunidade que aquele cidadão teve
de fazer alguma coisa de bem para o Brasil, um homem que tinha respaldo
da grande maioria do povo brasileiro, ou seja, e...
E... e... e ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha
como ele construiu, me dá pena porque deve haver qualquer sintoma de
debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.
... Efetivamente eu fico com pena porque eu acho que o povo brasileiro
esperava que essa pessoa pudesse pelo menos conduzir o país, se não a
uma solução definitiva, pelo menos a indícios de soluções para os graves
problemas que nós vivemos.
Lamentavelmente, a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar
corrupção fez com que o Collor jogasse o sonho de milhões e milhões de
brasileiros por terra.
Mas de qualquer forma, eu acho que foi uma grande lição que o povo
brasileiro aprendeu e eu espero que o povo brasileiro em outras eleições
escolha pessoas que pelo menos eles conheçam o passado político."

A reprodução acima é da entrevista de Lula ao repórter esportivo Milton
Neves, em 1993, que aconteceu por ocasião do impeachment do então
presidente Fernando Collor de Mello.
Desnecessário dizer, hoje em 04/2017, que Lula parecia estar descrevendo
a sua própria trajetória. Ainda mais se levado em conta que o estrago
causado por Fernando Collor, se comparado ao que Lula et caterva fez ao
Brasil, seria o equivalente a dizer que Collor teria roubado pirulito de
criança, enquanto a quadrilha PTralha sim, esta afundou o Brasil no
maior escândalo de corrupção jamais visto no mundo.
Ou seja, de fato, qualquer semelhança com o passado, não é mera
coincidência, e por isso devemos esperar duros remédios para tão grave
doença.

(ap. Ely Silmar Vidal - skype: siscompar - fones: 041-41-99820-9599
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A agonia de Cristo

Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em
companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a
fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como
aquela.
Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de
sangue a escorrer pela terra'. O único evangelista que relata o fato é
um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue,
ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições
excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física,
acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda
emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de
sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado
Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias
capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao
suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a
terra. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico,
o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e
Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados
despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A
flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são
fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente
estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de
microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se
rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de
dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça
gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das
costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça
de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de
acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre
a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os
cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de
ter mostrado aquele homem lacerado à multidão feroz, o entrega para ser
crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal
da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada
sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de
terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as
cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta
um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de
Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe
escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o
condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor
atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do
que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a
túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas
chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela
dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a
escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e
pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes
tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para
facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo
prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um
golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus
deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante,
agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros,
atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar,
ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos:
provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não.
O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em
contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se
esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.
A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores
dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus,
colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o
tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente
encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros
da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas
cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de
Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede
de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça,
recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés.
Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo
é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior
começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir.
Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja
embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma
tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os
músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando:
os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É
como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam
tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se
enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do
pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais
curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus
respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em
plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se
transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais
esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o que acontece?
Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio
sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando
a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração
torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto
recupera a palidez inicial.
Por que este esforço?
Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".
Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia
recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz:
cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés.
Inimaginável!
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de
moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco
depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura
diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três
horas. Todas as suas dores, a sede, as cãimbras, a asfixia, o latejar
dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento:
"Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?".
Jesus grita:
"Tudo está consumado!".
Em seguida num grande brado diz:
"Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito".
E morre em meu lugar e no seu.

(A agonia de Cristo - Dr Barbet, médico francês com análise precisa,
através das escrituras reconstitui a agonia de Jesus - este texto
aparenta ter sido publicado em 27 de janeiro de 2003, tendo a
colaboração do pr Celso Augusto Saraiva - Texto lido e gravado em 27 de
abril de 2009 por Ely Silmar Vidal)

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General discute o Regime Militar

General Leônidas e a guerra das palavras:
Quem começa uma guerra, não pode temer a morte.
Guerra não tem nada de bonito, a não ser a vitória.
A miserável condição humana, leva a fazer as coisas mais criticáveis.
Aquilo era guerra, começada por eles.
O soldado é um cidadão de uniforme, com o exercício cívico da violência.
Ele atribui a mim? Deixa-o atribuir a mim se lhe faz bem.

(General Leônidas Pires Gonçalves - ex-ministro do Exército, tendo sido
também Chefe do Estado Maior do Primeiro Exército, nesta função
cabia-lhe a direção do DOI-CODI - Destacamento de Operações de
Informações do Centro de Operações de Defesa Interna, concede aqui uma
entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto em 03/04/2010 para o Dossiê
GloboNews)

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Desafio da Baleia Azul e o Pacto da Morte

Sobre o jogo: "Desafio da Baleia Azul", ou "Blue Whale", Baleia Azul,
que está incitando pessoas a que se coloquem cada vez mais em situações
de grande risco, inclusive com a morte de muitos.
Esse jogo é na prática, um pacto de suicídio.

A psicóloga Tânia Guimarães, vê que os jovens que se lançam a isso,
chegam a esse ponto, com uma pré disposição muito intensa, e que os pais
devem observar a inibição social, quando um adolescente começa a buscar
o isolamento; ou mesmo quando a pessoa está demasiadamente triste, ou
eufórico em demasia, essa polaridade acende o sinal vermelho, ou sinal
de alerta.

Esse jogo determina diversos passos ou tarefas que devem ser cumpridas e
que os jovens devem cumpri-las sob pena de virem a sofrer até mesmo
represálias, contra si mesmos ou contra seus familiares.
Esse jogo, torna-se portanto um inimigo público número 1 de nossas casas
e devemos sob todas as formas agir contra isso.
Muito cuidado porque está também nos celulares de muitos, não deixe que
seu filho, ou alguém que você conhece embarcar nessa viagem sem volta.

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